PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇAO EM GENÉTICA - Departamento de Biologia Geral - ICB - UFMG
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30 de Junho de 2015
Vejam aqui : Prof. Eduardo Tarazona e Jovens pesquisadores das PGs Genética e Bioinformática publicam importante artigo


Artigo: ORIGIN AND DYNAMICS OF ADMIXTURE IN BRASILIANS AND ITS EFFECT ON THE PATTERN OF DELETERIOUS MUTATIONS




Link para o artigo:

http://www.pnas.org/content/early/2015/06/23/1504447112.abstract



Resumo dos pesquisadores:

Pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) publicam esta semana na prestigiosa revista da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos (Proceeding of the National Academy of Sciences, PNAS), o maior estudo realizado até hoje sobre a diversidade genômica de populações brasileiras. O artigo é liderado pelo grupo do Professor Eduardo Tarazona Santos do Departamento de Biologia Geral do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG, e por jovens pesquisadores dos Programas de Pós-Graduação em Genética (http://www.pggenetica.icb.ufmg.br/) e Bioinformática (http://www.pgbioinfo.icb.ufmg.br/) da UFMG, considerados de excelência pela CAPES. O estudo é parte do Projeto Estratégico do Ministério da Saúde EPIGEN-Brasil (https://epigen.grude.ufmg.br), a maior iniciativa Latino-Americana para estudar a diversidade genômica de populações miscigenadas e seus efeitos em doenças complexas no Brasil. O Projeto envolve o Centro de Pesquisa René-Rachou da Fundação Oswaldo-Cruz, a Universidade Federal de Minas Gerais, a Universidade Federal da Bahia, a Universidade Federal de Pelotas e o Instituto do Coração da Universidade de São Paulo. O Projeto EPIGEN-Brasil encontra-se estudando 6,487 brasileiros das três maiores coortes populacionais do país: de Bambuí em Minas Gerais, de Salvador de Bahia e de Pelotas em Rio Grande do Sul. No artigo de PNAS, os pesquisadores estudam em detalhe a origem Africana presente nos brasileiros. Estudando o Sudeste e Sul do Brasil, eles descobrem uma componente de ancestralidade africana, presente até em indivíduos predominantemente brancos, que não está presente em populações de origem Africana dos Estados Unidos ou do Caribe, e que deriva do tráfego de escravos de regiões da África Sul-Oriental como Mozambique. O grupo de pesquisadores brasileiros, composto de epidemiologistas, geneticistas, bioinformatas e estatísticos, também desenvolveu um método para, a partir dos dados da diversidade do genoma, contar a história e a dinâmica da miscigenação no Brasil. O estudo finalmente discute como a origem diversificada dos brasileiros e a posterior miscigenação, está relacionada com a distribuição de variantes genéticas associadas a doenças. O estudo tem ampla repercussão nos principais jornais nacionais, como a Folha de São Paulo, O Globo e o Correio Brasiliense.




Links para reportagens da imprensa:




http://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2015/06/1649328-brancos-do-sul-e-sudeste-carregam-nos-genes-pistas-sobre-o-trafico-negreiro.shtml

http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/estudo-diz-que-populacao-do-brasil-menos-misturada-do-que-se-pensa-16601189

http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/ciencia-e-saude/2015/06/30/interna_ciencia_saude,488379/pesquisadores-apresentam-o-mais-completo-estudo-sobre-o-genoma-brasileiro.shtml

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